terça-feira, 21 de outubro de 2008

Plenária sobre o ENADE - Quarta - 22/10 - às 15hs na UFS

Quem quer DEBATER o ENADE, coloca a mão aqui!

Por democracia e um posicionamento dos estudantes da UFS!

Vamos chegando, por mais um ano, na reta final para a realização do ENADE. A disputa em torno de uma avaliação superior colada com a realidade e com os desafios que enfrentamos no dia-a-dia da universidade nos exige uma ação enérgica. Sempre foi assim, desde o provão, no governo FHC. Mas novos elementos, advindos com os desdobramentos dessa forma avaliativa, merecem uma atenção especial para que o movimento dos estudantes da UFS mantenha sua coerência e não abandone os princípios democráticos de defesa da escola superior, enquanto instituição pública, gratuita, de qualidade e que deve estar a serviço do povo trabalhador.

Pela primeira vez, a administração central está realizando um fórum de “debates” sobre o tema da avaliação superior, com foco no SINAES e ENADE. Prontamente já lançamos dois questionamentos: porque somente agora a reitoria propôs esse debate, se o ENADE existe desde 2004? Quem é a CPA da UFS e o que fez até hoje? Com essas respostas, ou não, analisamos um pouco da proposta advinda. O seminário acontecerá no dia 04/11. Antes, mesas redondas realizadas pelos centros, têm o papel de iniciar a discussão para que possamos aprofundar em novembro. Começaram no dia 20 e foram até 23/10. Temos mais dúvidas: 1)Porque o seminário só acontece em São Cristóvão, se temos três campi, mais o hospital universitário? 2)Porque num debate, temos apenas membros da reitoria, evidenciando claramente uma única posição? 3)Porque não há estudantes nas mesas, se o ENADE é feito por nós e não pelos professores? 4)Porque a inscrição para as mesas redondas só foi até o dia 17/10 (último dia útil antes das mesas) e o DAA informa chegou no dia 19/10? 5)Porque a divulgação foi feita uma semana antes, de forma geral? Esperamos que um dia, tudo isso possa ser esclarecido.

De qualquer forma, reconhecendo que não podemos jogar a culpa dos problemas da universidade exclusivamente no corpo administrativo, mesmo assistindo a tentativa de “democracia de mentirinha” reprisada pela milésima vez, olhamos para o próprio umbigo e também nos questionamos sobre os estudantes: 1)como está a mobilização dos centros acadêmicos? 2)Porque o DCE das trilhas, que nunca fez assembléia estudantil em pouco mais de oito meses de gestão, não está debatendo esta pauta? 3)Quem não fará a prova, vai ignorar o tema, como se a avaliação da educação superior fosse pertinente apenas para quem faz o ENADE?

Temos muito mais questões para levantar. Em relação aos docentes, aos técnicos, ao ensino à distância (que raríssimos sabem como funciona desde que foi aprovado) e por aí vai. Queremos reafirmar, contudo, que o movimento resistência e luta, de forma independente e também, em outros momentos, unido com os centros e diretórios acadêmicos, não se furta ao debate e lança o desafio de construirmos espaços alternativos para a discussão da avaliação superior. Espaços verdadeiros. Onde, realmente, os estudantes se façam ouvidos, diferentes posições sejam apresentadas, e como fruto de intenso debate, possamos definir democraticamente as nossas posições, tal qual foi feito no ano passado e em outros momentos. Pode parecer bobagem, mas não avançaremos para a avaliação que queremos enquanto a democracia ainda for uma ferida sem cura na nossa instituição. “Quem quer debater o ENADE, coloca a mão aqui!”

O ENADE por ele mesmo! Aquilo que está na lei 10.861/2004...

- Prova aplicada aos estudantes que se encontram no início e fim de sua graduação, a partir de uma amostragem representativa, buscando avaliar, sob a perspectiva do estudante, a qualidade do seu respectivo curso. Significa exame nacional de avaliação e desempenho estudantil.

- Faz parte de um sistema de avaliação nacional de educação superior “proposto” pelo governo Lula em 2004. O SINAES. Dentro desse sistema, além da prova aplicada ao estudante, ainda somamos a avaliação feita em cada universidade pelos representantes do MEC, bem como a avaliação institucional feita por cada instituição de educação superior. Temos, então, a composição do sistema nacional de avaliação superior, dividida respectivamente em: ENADE, CONAES e CPA’s.

- O CONAES, com 13 membros, sendo 8 indicados pelo MEC, é a coordenação responsável, entre outras atribuições, por acompanhar, fiscalizar e organizar o SINAES, além de fazer a inspeção das instituições. Já as CPA’s (Comissão de políticas de avaliação) são instituídas no âmbito de cada universidade, respeitando obrigatoriamente a representação de todas as categorias envolvidas na comunidade acadêmica e ampla divulgação dos seus resultados.

- O comparecimento ao ENADE é obrigatório, sob pena da não emissão do diploma universitário, ainda que sua nota tenha sido zero, uma vez que a legislação veda a publicação das notas dos que realizam a prova. Ademais, bolsas de estudo poderão ser oferecidas pelo MEC para os melhores resultados obtidos e o exame acontece novamente nos cursos a cada três anos, no máximo.

- Esse ano, os cursos sorteados para fazer o ENADE são: Arquitetura, Biologia, Ciências Sociais, Computação, Engenharia(s), Filosofia, Geografia, História, Física, Letras, Pedagogia, Matemática e Química. Estão divididos em eixos que incluem também algumas áreas do curso superior tecnológico.

Fontes: 
Lei nº. 10. 861/2004
Portaria MEC n° 1606, de 1º de junho de  2004.
Portaria do INEP n° 67, de 3 de junho de 2004.
Portaria MEC n.º 2.051, de 09 de julho de 2004.
Portaria do INEP Nº 107    de 22 de  julho de 2004 .
Portaria do INEP Nº 108     de 22  julho de      2004.
Portaria do INEP nº 119, de 6 de agosto de 2004.
Portaria do MEC N o 2.648, de 31 de agosto de 2004.
Portaria normativa Nº 5, de 20 de março de 2007.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Inscrições do EIV: Valendo!

O MRL divulga aqui no seu blog as inscrições do EIV/Ne que acontecerá entre os dias 28 de agosto e 14 de setembro em áreas de assentamento da reforma agrária em Sergipe. As inscrições ficam abertas até o dia 23/08 e necessitam apenas do preenchimento de um formulário que se encontra no blog: eivnordeste.blogspot.com

O MRL está construindo o EIV desde o incício integrando sua coordenação.
Dúvidas: eivnordeste@gmail.com

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Segunda-Feira é dia de preto na UFS!





DIA NEGRO NA UFS
A LUTA DE ZUMBI NÃO ACABOU EM SERGIPE
Terça 28/07/08
Didática 3 Auditório do CECH
14h - Movimento Negro em Sergipe
18h - Debate Política de Cotas
Realização
DALH - Gestão "Ponto de Partida"
MRL - Movimento Resistência e Luta
Conselho de Residentes / UFS


quarta-feira, 9 de julho de 2008

ENADE: avalia o quê?

ENADE: avalia o quê?

O ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) faz parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Este exame, da mesma forma que o antigo Provão, traz na sua essência diversas contradições que o distanciam bastante de uma verdadeira avaliação da Educação Superior em nosso país.

  • Caráter Punitivo e de ranqueamento: uma avaliação que tem caráter transformador busca a identificação dos pontos fracos do objeto avaliado (seja ele o estudante, o curso ou a instituição) para a partir disso propor soluções. O ENADE, ao contrário de tudo isso, tem como proposta punir os cursos e instituições que tiverem menores notas, cortando investimentos e recursos necessários à manutenção da educação de qualidade. O ranqueamento trazido por esse sistema de avaliação tem como conseqüência a ênfase na visão produtivista do ensino em detrimento do seu papel social.
  • Centralização e desrespeito às características regionais: a prova do ENADE é única para o mesmo curso em todo o país. Ela desconsidera as peculiaridades sociais, políticas, econômicas e culturais de cada região. Assim o estudante do Amapá realizará a mesma prova que o de São Paulo, sendo que entre esses estados a realidade local assim como o ensino adaptado a esta realidade são completamente distintos.
  • Indiferenciação entre o público e o privado: o ENADE, como também o SINAES, ignora a necessidade de uma avaliação que diferencie sua a análise entre o público e o privado. Não se pode avaliar da mesma maneira uma instituição que depende de verbas públicas (tendo normalmente financiamento defasado) e uma instituição cujo financiamento provém da arrecadação de mensalidades. Isso mostra que o ônus vem para quem já tem maiores dificuldades, prejudicando diretamente as instituições de educação pública e proporcionando a desresponsabilização do estado para com essa educação.

O ENADE e SINAES são claros exemplos do processo de Reforma Universitária que vem precarizando a educação pública. Essa é a reforma que busca dar “autonomia” financeira às universidades trazendo embutido o processo de privatização do público.

A universidade deve ser um espaço privilegiado do pensamento, do debate e da crítica, objetivando a elevação cultural e cientifica, mediante uma produção que seja realizada coletiva e publicamente, para o que é necessário assegurar recursos matérias, financeiros e humanos. Assim o ENADE dentro de todo o contexto de desqualificação da educação superior não representa minimamente a avaliação que necessitamos.

Por uma universidade de qualidade!

Por uma avaliação de verdade!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

QUEM FAZ A HISTÓRIA

Quem construiu a Tebas das sete portas?
Nos livros constam os nomes dos reis.
Os reis arrastaram os blocos de pedra?
E a Babilônia tantas vezes destruída
Quem ergueu outras tantas?
Em que casas da Lima radiante de ouro
Moravam os construtores?
Para onde foram os pedreiros
Na noite em que ficou pronta a Muralha da China?
A grande Roma está cheia de arcos do triunfo.
Quem os levantou?
Sobre quem triunfaram os Césares?
A decantada Bizâncio só tinha palácios
Para seus habitantes?
Mesmo na legendária Atlântida,
Na noite em que o mar a engoliu,
Os que se afogavam gritaram por seus escravos.
O jovem Alexandre consquistou a Índia.
Ele sozinho?
César bateu os gauleses,
Não tinha pelo menos um cozinheiro consigo?
Felipe de Espanha chorou quando sua armada naufragou.
Ninguém mais chorou?
Fredrico II venceu a Guerra dos Sete Anos.
Quem venceu além dele?

Uma vitória a cada página.
Quem cozinhava os banquetes da vitória?

Um grande homem a cada dez anos.
Quem pagava as despesas?

Tantos relatos.
Tantas perguntas.

Bertold Brecht

domingo, 8 de junho de 2008

Eleições para reitor: Uma contribuição aos estudantes e à universidade!

 A expansão da universidade federal de Sergipe está em pleno andamento. É um processo nacional do qual não devemos nos abster da discussão. As questões centrais são, portanto, discutir o caráter dessa expansão e a forma como a mesma vem sendo conduzida. Destacam-se aí alguns aspectos: falta de amplos espaços de discussão sobre o processo, lembrando fatos como o ensino à distância e o REUNI - passados a rodo pela administração central – ausência de assistência estudantil que contemple as demandas mais urgentes considerando a permanência dos estudantes de origem popular, como a ausência de café da manhã no RESUN, não construção da casa de estudantes nos campis para os residentes e proibição de qualquer vínculo empregatício para quem está dentro do programa de assistência da universidade e tantos outros fatos que estão incluídos nesse processo como o próprio transtorno acadêmico com mudanças de horários, barulhos de obras durante as aulas e inchaço de turmas. A expansão deve acontecer. Mas com debate, com garantia da assistência estudantil e da qualidade acadêmica. Não adianta mostrar números ao MEC e à sociedade sergipana. O que está em jogo é a formação dos indivíduos ao longo do ensino superior. Realmente qualificada para uma intervenção na sociedade, que forneça bases para um pensamento crítico e questionador dos modelos vigentes ao passo que nos dê uma boa qualificação profissional.

 Nesse sentido, as eleições para reitor vão na contramão do que deve ser a democracia na universidade e reforça a concepção da expansão no que toca à falta de discussão. Ainda mais porque estamos nesse processo expansionista é que precisamos de tempo para o debate. Dois pontos merecem atenção aqui: 1)menos de 30 dias desde a assembléia geral universitária (não divulgada pelo DCE) até a apuração e resultado do pleito. Qual a eleição de centro acadêmico, sindicato ou reitoria foi realizada em menos de trinta dias? Que pressa é essa? Lembrando que a votação já começa no próximo sábado (14/06)... 2)Quem administra a universidade não é o reitor, vice, pró-reitores, prefeito do campus, isto é, um grupo de pessoas que demonstram afinidade política e determinadas propostas? Por que, então, a escolha se resume ao reitor e vice? Com os professores, técnicos e estudantes é diferente. E temos o exemplo da última eleição para o DCE onde tivemos além de presidente e vice, tesoureiro, secretaria de esportes, secretaria de comunicação, etc. É ou não uma questão de transparência e democracia? Pesemos nesses dois pontos...

 A eleição perde de imediato seus objetivos maiores. No lugar de um amplo processo de escolha da melhor plataforma política-educacional-administrativa para a UFS, através de grandes diálogos, envolvimento da comunidade acadêmica em cada etapa eleitoral, crescimento e aperfeiçoamento dos institutos democráticos e centralidade do debate em detrimento do voto, ocupa esse espaço uma concepção distorcida, como se esta fosse uma eleição qualquer, abrindo margem principalmente para o personalismo (Jonatas x Josué) esquecendo os projetos que estão por trás das candidaturas. Há que ressaltar ainda, que para nós, a eleição é apenas parte de um processo. Ela é um fato acontecido a cada quatro anos. E durante esses intervalos de tempo está o principal: o cotidiano de discussão e a implementação de ações que visem cumprir os seus objetivos de universidade pública, gratuita e de qualidade. As eleições não resolvem nossos problemas, por melhores que sejam as propostas. Há uma distância muito grande entre ser eleito e fazer uma boa gestão.

 Os estudantes, dentro desse contexto, devem se inserir no processo eleitoral com vistas a contribuir com a superação dos problemas atuais da falta de democracia e transparência e mais: decidir sobre qual o projeto (que queremos) que os candidatos implementem à frente da administração da UFS. Somos mais de 14000 e nossa voz deve ter algum eco dentro da comunidade acadêmica. Para sermos propositivos, e não apenas críticos vazios, apresentamos algumas propostas colhidas no histórico de mobilização dos estudantes dentro da universidade, em especial da paralisação de três meses ocorrida em 2007, na qual conseguimos construir a base de um projeto de universidade com diretrizes mínimas. Segue abaixo o que propomos:

1)Assistência estudantil
*RESUN
- Melhorar a qualidade da comida.
- Abrir o RESUN no horário; os estudantes não podem escolher entre a comida e a aula!
- Contratar funcionários
- Instaurar o café da manhã
- Retirar a carne moída (boi ralado) e o fígado do cardápio.

*BICEN
- Ampliar o tamanho
- Renovar o arcevo: o pró-quali tem que funcionar!

*Moradia/Residência
- Construir urgentemente a casa dos estudantes nos três campis presenciais
- Permitir o vínculo empregatício para quem tem bolsa-residência
- Dar total apoio ao encontro nordestino de residentes que acontecerá na UFS esse ano.

*Transporte
- Compra de ônibus: 1 ônibus de grande porte é pouco para a UFS!
- Reavaliar os critérios de utilização do ônibus: 1 viagem anual por curso é pouco!
- Ampliar as linhas para o campus: chega de ser sardinha e refém da prefeitura municipal e dos empresários!
- Criar definitivamente a linha campus-zona norte ou campus-maracaju!
- Criar uma linha circular entre o HU e o campus São Cristóvão
- Discutir o transporte em Laranjeiras e Itabaiana urgentemente!

*Gerais
- Criação do posto de saúde nos campis em parceria com órgãos públicos
- Criação da creche universitária: as mães também devem estudar!
- Ampliar toda a estrutura universitária para os portadores de necessidades especiais
- Rever a finalidade e o preço da bolsa-trabalho: R$250,00 é pouco por mês!
- Fim das taxas cobradas na UFS (matrícula, diploma, trancamento, etc.) Não é gratuita?
- Que a UFS brigue pela volta da rubrica específica para assistência estudantil cortada no governo FHC e mantida no governo Lula.

2)Reforma universitária / REUNI
- Contra o REUNI: Realizar amplos espaços de debate sobre o REUNI e as normas acadêmicas – a comunidade acadêmica vai continuar sem ver debates sobre o tema?
- Rever a UAB/Ensino à distância como modalidade complementar de ensino e não como principal. Integrar esses estudantes no ensino presencial.
- Contra as fundações de apoio e os cursos pagos! Não é gratuita?
- Aumento no quadro de funcionários públicos: docentes e técnicos!
- Contra a Fundação Estatal de Direito Privado no HU. Não à privatização da saúde!

3)Democracia
- Amplos espaços de discussão sobre todos os temas relevantes à comunidade.
- Paridade nos conselhos: A ditadura acabou!
- Criação dos conselhos paritários de assistência estudantil e extensão: compromisso da reitoria que não se cumpriu até o momento...
- Eleições diretas e paritárias para os diretores em Itabaiana e Laranjeiras! Até quando as indicações permanecerão?
- Que a administração não interfira na organização e autonomia das categorias.
- Discutir a rádio UFS como meio de comunicação democrático da comunidade acadêmica e não como correio de transmissão da administração.

4)Gerais
- Debater o uso do espaço físico da vivência
- Garantir as cotas no seu acesso e permanência.
- Realizar a reforma estatutária da UFS. Chega de normas anacrônicas!
- Realizar uma ampla avaliação institucional democrática e transparente.


Movimento Resistência e Luta
Construindo o movimento estudantil e a UFS

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Cliping de Notícias - Ocupação Primeiro de Maio

02/05/2008

Prédio abandonado é invadido por famílias de sem teto - Vídeo

05/05/2008

Comtur pede reapropriação de hotel invadido pelo Motu

06/05/2008

Estado é sócio do inacabado Hotel Brisa Mar

21/05/2008

Invasão de prédio abandonado continua crescendo

27/05/2008

Invasores de hotel deverão deixar o local ainda esta semana

02/06/2008

Famílias temem violência em reintegração de posse - Vídeo

Desocupação de hotel será nesta quarta-feira

03/06/2008

Famílias fazem protesto em frente à Assembléia - Vídeo

Famílias protestam por moradia e temem ação da polícia

04/06/2008

Ocupantes resistem a despejo de hotel

Famílias resistem à desocupação de hotel

Desocupação do prédio é suspensa

Famílias deixam hotel pacificamente

MPF acompanha de perto a desocupação

05/06/2008

Familias da ocupação do prédio são cadastradas

Ocupantes saem do Hotel Brisa-Mar

 Desocupação de hotel é suspensa pela Justiça 

06/06/2008

 Invasores desocupam construção de hotel no Bairro Atalaia 

Famílias de desabrigados ocupam novo espaço

Audiência discute situação de desabrigados

PMA cadastra e encaminha famílias que ocupavam Hotel Brisamar para programas sociais

07/06/2008

Invasão de famílias em Aracaju causa tumulto - Vídeo

08/06/2008

PM retira famílias do kartódromo

09/06/2008

Famílias estão alojadas em barracão da PMA

PM fala sobre desocupação do kartódromo

MOTU se instala no Galpão Industrial no Siqueira Campos

10/06/2008

Governo divulga nota de esclarecimento sobre desocupação

OAB/SE: ação da PM foi um atentado à dignidade e à honra das pessoas

Representantes da PMA visitam famílias que ocupavam antigo kartódromo

OAB repudia atitude do Governo do Estado na desocupação do kartódromo

Nota de esclarecimento do Governo repercute na AL

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Ocupação Primeiro de Maio, Resistência e Luta por moradia!

No dia do trabalhador iniciou-se a ocupação do hotel abandonado Brisa Mar, hoje a Ocupação Primeiro de Maio.
A ocupação que começou com trinta famílias chega hoje a 300! Com um senso de organização muito grande esses trabalhadores se unem para cuidar e gerir de forma coletiva a ocupação e também se preparam para resistir a reintegração de posse.
A ocupação, que é impulsionada pelo MOTU (Movimento Organizado dos Trabalhadores Urbanos), tem sido praticamente ignorada por orgãos públicos e imprensa que hoje só se preocupam com a festa junina.
Na próxima quarta está marcada a desocupação pela polícia, os moradores irão resistir porque não tem outra escolha, ou resistem ou vão para a rua literalmente.
O Movimento Resistência e Luta se põe ao lado desses trabalhadores por entender a legitimidade da ocupação e da luta pela moradia. Por isso, convidamos todos aqueles que se sensibilizam com a situação dessas pessoas a ajudarem na resistência, dando apoio material e moral e estando na próxima quarta (04/06) junto com os moradores da ocupação para resistir e ajuda-los a conseguir um lar.
Para maiores informações entre em contato conosco via orkut ou pelo email: mrlmilitantes@gmail.com

Movimento Resistência e Luta